Quem já não se sentiu mal ao ouvir falar daquela pessoa que conseguiu seu primeiro milhão de reais antes de completar 30 anos? Ou, então, soube de um adolescente que já está ganhando prêmios e sendo reconhecido no mundo todo? Parece inevitável não se comparar e, ao mesmo tempo, impossível competir com eles. E nem precisamos ir tão longe: quem não tem aquele primo ou prima que é o “orgulho da família”?

Exemplos como esses podem, ao invés de servirem como inspiração, representar uma pressão desnecessária. Aquela necessidade de “estar com a vida feita” o quanto antes é, na verdade, irreal, já que toda trajetória é feita de altos e baixos e cada um tem seus próprios objetivos!

E a formação universitária não foge disso: perceber que o curso escolhido não é o ideal para você ou trancar o curso no meio sem saber em qual direção seguir depois pode dar aquele desespero. É nessas horas que precisamos parar e lembrar de alguns pontos importantes que podem aliviar a consciência.

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O sucesso não está ligado só à carreira

Em uma sociedade que trata dinheiro como sucesso, a gente corre o risco de tomar isso como verdade absoluta. Mas você já parou para pensar em quantas realizações podem fazer parte da nossa vida? 

Desenvolver uma paixão (seja um hobby, um esporte ou qualquer atividade de lazer), ter um relacionamento saudável com a família e com você mesmo(a), praticar atitudes solidárias, viver experiências incríveis e muito mais. Tudo isso também é um sinal de sucesso, não é?

Às vezes, a frustração com a carreira pode estar ligada, justamente, à insatisfação com outras áreas da vida. Se esse é o seu caso, bora partir para uma atividade prática: já ouviu falar em roda da vida? Essa é uma maneira prática de medir seu sucesso e estabelecer metas. É também um baita exercício de autoconhecimento e pode te ajudar a definir os próximos passos na sua trajetória profissional e pessoal. Bora colocar o lápis no papel e saber mais! 

Conheça mais sobre o mercado de trabalho

O mercado de trabalho atual está mais diversificado e dinâmico do que nunca. Funções diversas surgem na mesma velocidade das novas tecnologias e recursos. Além disso, é preciso muito mais do que o conteúdo de sala de aula para se dar bem no ambiente profissional.

E assim devem ser as habilidades dos novos profissionais. Além da formação acadêmica tradicional, é essencial desenvolver soft skills, aquelas capacidades que ultrapassam o nível técnico e abrangem o desenvolvimento emocional e social, como inteligência emocional, resolução de conflitos e comunicação, entre outras. 

Para ficar mais claro, se liga nesse exemplo: imagine um engenheiro(a) que é expert na sua área. É aquele aluno que foi nota 10 durante toda a faculdade e poderia dar aula de tanto conhecimento acumulado na sua função. No entanto, depois de se formar, o indivíduo não consegue participar de nenhum processo seletivo pois tem muita dificuldade em se expressar e problemas de relacionamento. Frustrante, né?

É por isso que, na Católica SC, nós nos preocupamos com o desenvolvimento total de quem se forma aqui, tanto dentro quanto fora da aula, enquanto forem nossos estudantes e também quando já estiverem ingressados no mercado de trabalho.

Comparação vs. Inspiração

“Nunca se compare com ninguém nesse mundo. Caso o faça, entenda que você estará insultando a si mesmo”. Essa frase, dita por Bill Gates, reconhecido mundialmente pelo seu sucesso, poderia ser aplicada para todos os momentos em que caímos na tentação de nos compararmos com outras pessoas. 

Mas como às vezes fica difícil de evitar a comparação, vale olhar para ela sobre uma outra perspectiva. Ao invés de desenvolver sentimentos de inferioridade, pessoas bem sucedidas podem servir como inspiração para seus próximos objetivos. Assim, fica tudo mais leve! Ao unir a sua autenticidade e habilidades únicas com as qualidades que você admira em outros profissionais, temos certeza que você vai chegar ainda mais longe.

Não há dúvidas: em algum momento, você vai errar. Acontece com todo mundo que tenta algo novo ou que está passando pelo processo de aprender. Que tal deixar de tratar esses primeiros erros como sinal de coragem e não de fracasso? Essa é nossa dica para você levar daqui para a vida!  😉

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