Observatório Católica de Cidadania monitora as políticas públicas de 18 cidades catarinenses | Unidade Jaraguá do Sul
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As políticas públicas de 18 cidades catarinenses são objeto de estudo na formação de direito da Católica SC. O Observatório Católica de Cidadania tem foco na análise de informações disponíveis nos portais de transparência. As conclusões das avaliações podem ser acessadas na página do projeto.

Os dados em análise são dos municípios de Araquari, Balneário Camboriú, Barra do Sul, Barra Velha, Blumenau, Bombinhas, Brusque, Guaramirim, Ibirama, Ilhota, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Mafra, Navegantes, São Bento Do Sul, São Francisco do Sul e Trombudo Central. Os estudos estão ocorrendo ao longo do primeiro semestre.

“Tivemos como embasamento o artigo científico realizado pelo professor Jeison, que é focado nos gastos nas câmaras de vereadores. Estamos agora na etapa de ampliar a pesquisa, analisando também os índices de violência”, conta Adilson Bernadi, um dos participantes do projeto acadêmico. O aluno da terceira fase de Direito, em Joinville, avaliou os gastos de diária entre 2017 e 2020 dos servidores e vereadores da Câmara de Vereadores de Araquari. “Se os eleitores tiverem interesse em escutar e ver os nossos dados, poderão fazer uma análise mais criteriosa sobre as ações dos candidatos que elegeram. Precisamos acompanhar os trabalhos para que sejam o melhor para o povo, com a melhor administração possível do recurso público em prol do bem-estar de todos”, acrescenta.

A atividade colaborativa/extensão tem como principais objetivos desenvolver habilidades acadêmicas de pesquisa e mapeamento de dados, além da difusão de informações para a comunidade. “A análise de políticas públicas é uma área que vem recebendo uma atenção crescente por conta da escassez de recursos públicos e busca de uma maior efetividade nas ações. Qualquer indivíduo é dotado de condições de acessar informações, entretanto, ao mesmo tempo, a sociedade nunca pareceu tão confusa e tão polarizada. Uma avalanche de fakenews borra conceitos tidos como fundamentais trazendo desinformação e desconfiança nas instituições”, explica Jeison Giovani Heiler, professor responsável pela iniciativa.